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Rosa negra


Há uma rosa negra
Perdida pelo tempo
Seus espinhos envenenados
Cultuados em muitos templos
De Constantinopla à Assíria
De César a Sardanapalo
Do Egito ao Brasil
De Cleópatra a Dom João
Mãos feridas, esquecidas
Tocadas uma vez amadas
Pela rosa negra atemporal
Muito machucou, cegou
Os fez sentir ódio, dor
A rosa que é o amor

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